
Compatibilizar projetos é sobrepor arquitetura, estrutura, hidrossanitário e elétrico e verificar se tudo cabe no mesmo lugar. Parece óbvio, mas quando cada disciplina é feita de forma isolada, os conflitos só aparecem no canteiro.
Os conflitos mais comuns
- Tubo de esgoto atravessando uma viga.
- Prumada hidráulica batendo em pilar.
- Shaft pequeno demais para as tubulações que precisa receber.
- Caixa de inspeção posicionada sobre um bloco de fundação.
- Ponto elétrico em uma parede que, na estrutura, virou pilar.
Na obra, a solução costuma ser improvisada: furo na viga, desvio de tubulação, parede quebrada. Além do retrabalho, um furo não previsto pode comprometer a estrutura.
Como fazemos a compatibilização
Na JK, as disciplinas são modeladas em 3D sobre a mesma base arquitetônica, em plataforma BIM. Com os modelos sobrepostos, as interferências ficam visíveis ainda no projeto.
A correção vira uma mudança de traçado ou uma passagem prevista na estrutura, sempre com a verificação do engenheiro estrutural.
O que você ganha
- Menos retrabalho e menos desperdício de material.
- Estrutura sem furos improvisados.
- Quantitativos mais confiáveis para o orçamento.
- Uma obra mais previsível para o construtor e para o cliente.
Quando contratar
O ideal é contratar os complementares com o projeto arquitetônico definido e antes do início da obra. Assim ainda dá para ajustar o que for preciso sem custo de demolição.